VITRINE RESSACÃO

AMIGOS RESSACADOS PELO MUNDO!!!

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Nacho y Los Pussygatos - Uma boa levada rock n´roll...

Boa surpresa essa banda... Não conhecia, daí através do facebook, o Nacho ediu pra escutar o som deles... Escutei e gostei... Muito boa a levada dos caras, às vezes meio surfmusic, meio rock, meio reggae, enfim de tudo um ouco... Muito bom!!!
Você se pergunta: Mas do que se trata essa banda Nacho y los Pussygatos? Calma, a gente explica… É mais simples do que parece… A banda nasceu nos becos da diversidade cultural que a cidade de São Paulo nos proporciona.. A proposta é trazer ao público surpresas inesperadas em suas apresentações, afinal imagine juntar a raiz do reggae jamaicano, a atitude punk adolescente e a latinidade caliente no meio de vários idiomas diferentes… Aqui tem espaço para músicas próprias em diferentes ritmos, covers com muita personalidade e versões de músicas antigas e novas, ou seja, aqui não tem grilo e a diversão é garantida…Nacho Martin foi o culpado… quer dizer, o idealizador do projeto… Argentino e radicado no Brasil, trouxe seu ukulele contrabandeado do Hawai e apontou sua voz à cena musical brasileira, tentando mostrar que música se faz ao vivo e não no seu rádio de pilha…Em seguida, encontrou o mendigo Felipe Kim tocando guitarra pelas ruas e devido à sua barba ruiva decidiu chamá-lo para dar o peso do rock ao projeto, e de quebra ganhar umas moedas… Guto Portugal e Du Terni, já parceiros de crime de longa data, fugiam da polícia quando entraram na banda por engano: Invadiram um ensaio e tomaram os lugares do baterista e do baixista... Nas horas vagas tomam conta da cozinha, dando o tempero necessário à batida perfeita..A banda se apresenta pela Vila Madalena, Pompéia, Perdizes, Vila Olímpia, Moema, Bexiga e já estão expandindo as suas apresentações pela Grande São Paulo e interior como Rio Claro, Araras e até Buenos Aires, Argentina. Também foram entrevistados pela Rádio Brasil 2000.Não entendeu? Bom, então o jeito é escutar… Puxe a cadeira que o show vai começar!

terça-feira, 25 de março de 2014

Into the wild, sul do Chile...


Os surfistas chilenos Diego Medina e León Vicuña, surfando novos picos e desbravando ondas selvagens pelo sul do Chile... Bem ao estilo "Into the wild"...
http://surfeuropemag.com/features/travel/southern-hem-summer-swell-safaris-part-1.html/3

domingo, 23 de março de 2014

Direto da Ucrânia - Gogol Bordello


grande banda ucraniana... Gogol Bordello... baita som!!!

Gogol Bordello - start wearing purple

quinta-feira, 20 de março de 2014

Férias voluntárias... Grande iniciativa... Volunteer Vacations

Clichês não são clichês à toa. A vida, de fato, dá voltas; deixar pra amanhã o que você pode fazer hoje é cilada; é na hora que você tá mal que seus amigos de verdade dão as caras; mais amor por favor é tudo que a gente precisa querer; levar a vida muito a sério te torna uma pessoa chata, sim senhor; gentileza gera gentileza pelo simples fato de que quem recebe se sente motivado a espalhá-la. É simples. E é real. “É muito isso da corrente do bem: ao fazer uma coisa dessas, você contagia diretamente pessoas com esse sentimento que vão espalhá-la, isso é factível”, resume André Fran, o cara do Não Conta Lá Em Casa, da Multishow, que já foi nosso Carioca, que já viajou pros lugares mais inesperados (só pra simplificar) do globo, quando eu pergunto se trabalho voluntário não pode soar como caridade.
É que nessa conversa ele não está como apresentador e produtor do programa, mas ao lado da Mariana Serra e da Alice Ratton num projeto novo – e tão diferente quanto: o Volunteer Vacations. Férias voluntárias, mesmo. E, pra nem começar com esse papo de que trabalho voluntário é caridade e que caridade é assistencialismo e que assistencialismo não ajuda em nada, vamos direto ao ponto: “Sempre vai ter gente pra criticar”, reflete André, “E quem não quer fazer nada é sempre o primeiro a fazê-lo; a coisa é você dar o primeiro passo, fazer alguma coisa”. É a tal corrente do bem, tão real e palpável. “É muito nítido: você cria algum tipo de impacto em todo mundo com quem interage e isso faz a diferença”, completa a Mariana. E é isso. Se dedicar ao outro sem esperar nada em troca espalha, sim, esperança. E, sabe, né, é da esperança que surgem as grandes mudanças.
Tudo começou há pouco menos de um ano, quando a Mari e a Alice – uma formada em RI e contratada de uma das maiores empresas de construção do Brasil; e a outra, engenheira e pós graduada – resolveram criar um site pra compartilhar um amor em comum: viajar. Do amor em comum chegaram a um amigo em comum, o André. Mostraram pra ele a ideia. Lá no meio do site, haveria um espaço pro VV (um jeito rápido de se referir à Volunteer Vacations). “Essa partezinha do projeto foi o que mais me atraiu, era um diferencial cheio de originalidade”, ele conta, lembrando que soltou pra elas um “Se vocês focarem nisso, eu entro junto”. Foi fácil, facinho, “Aquela era justamente a parte que mais movia”, lembra Mari. Os três já tinham esse histórico em comum, também. A Mari desde que tava na escola se dedicava a trabalhos voluntários aqui pelo Rio e tinha viajado pro Quênia pra trabalhar com crianças numa ONG. A Alice deu aulas de reforço no Educandário União Casa da Criança. E o André, bem, sempre teve essa coisa de fugir do fácil e do confortável – o Não Conta surgiu justamente desse anseio por querer mostrar e ajudar a resolver as mazelas do mundo.
Pesquisa de mercado na lata e logo perceberam que os jovens ficavam era empolgados com a ideia. Ligação pro IPETURIS (Instituto de Pesquisas de Turismo) e viram que não tinha nenhuma empresa cadastrada com aquelas características. Olhos atentos ao mundo e estava claro que tudo está caminhando num sentido de coisas mais conscientes, ecológicas, voluntárias e humanas. Pronto. Não tinham por que hesitar. Dos contatos que a vida tinha colocado na frente deles, fizeram uma curadoria de ONGs espalhadas pelo mundo que, comprovadamente por eles mesmos, tinham um trabalho bacana e importante, e que receberam a ideia de braços abertos. Numa mistura de consultoria, agência de viagens, guia de turismo, nascia a VV, pra trazer algo até então inexistente no Brasil: uma assistência a quem quisesse usar o tempo de férias não só pra conhecer outros lugares, mas também pra se envolver com a comunidade local e acabar dando um propósito maior àquilo tudo.
“É sensacional quem larga tudo pra abrir uma ONG e cuidar de crianças no Quênia, por exemplo”, reflete André, “Mas quantas pessoas, de fato, se dispõem a fazer isso?”. A ideia do VV é poder proporcionar essas experiências, tão ricas pros outros e pro um, sem que se tenha que abrir mão da sua realidade. De acordo com Mariana, o que existe por aí são pacotes de intercâmbio que mesclam o trabalho voluntário, mas pra períodos mais curtos é bem difícil encontrar alguma coisa. E como o nome não deixa esquecer, estamos falando de férias. “Tem lugares com problemas bizarros em que toda atenção é válida e, lá mesmo, há paraísos escondidos que podem ser aproveitados”, ele conta, dando o exemplo das águas caribenhas do Haiti ou do Trail Hippie no Afeganistão. Com relação à segurança, eles são diretos: “Não tem melhor garantia pra darmos do que a nossa experiência pessoal”, garantem. Claro, contatos locais são ponto principal nesse quesito.
VVsite
E como a vida é mesmo um eterno aprendizado (ah, os clichês…), numa dessas viagens, no Quênia, a Mari ouviu de um taxista: “A gente precisava educar a nossa população pra nós mesmos fazermos as coisas”. Com cursos de criação de negócios na bagagem e MBA de gestão de negócios em andamento, surgiu a ideia: uma semana de empreendedorismo em Kibera, a maior favela urbana da África. Utopia? Tá se concretizando, vai chamar Semana VV, deve rolar no final de outubro, com workshops que devem chegar a mil pessoas e noções claras e práticas pra população. Voluntários serão convocados e muito bem-vindos. A ideia, no final, é replicar a experiência em todos os países de seus parceiros.
Tem uma semana que eles colocaram o site e as redes sociais no ar, sem material de divulgação pra imprensa ou nada do tipo. Quase que um pré-lançamento pra sentir o retorno. Avalanche. Já são mais de 1000 curtidas e já receberam dezenas de emails, alguns já com data definida pra participar da experiência. É que as pessoas sabem e sentem o que o clichê só repete. Gentileza gera gentileza. Ponto final.
Confere no site do projeto: http://www.volunteervacations.com.br/
Fonte:http://noo.com.br/ferias-voluntarias/

quarta-feira, 19 de março de 2014

This Time Tomorrow - Atrás do grande swell

Dois surfistas renomados, Dave Rastovich e Craig Anderson, fazem uma épica viagem de 18,000 milhas pelo Pacífico, passando por reefs como Teahupo’o, costa do Mexico e terminando no Artíco. Lá eles encontram ninguem menos que Kelly Slater, Chris Del Moro, Alex Gray e Dan Malloy. 
Excelente documentário!!! E uma trilha sonora show de bola!!!


THIS TIME TOMORROW a Taylor Steele film- Trailer from Sipping Jetstreams Media on Vimeo.
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